segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Uma Vitória sobre o Alzheimer!

Bravo Dona Rosa !

Num 28 de dezembro ela adentrou a casa de repouso, trazida por sua filha em uma ambulancia.


Vinha do hospital onde estava internada por estar desidratada e desnutrida, efeitos dos cuidados de outra clinica.


Usava sonda nasogástroca, pernas já atrofiando, encolhida. Tremia muito e nem podiamas tocar que gemia. Varias marcas no braço do soro, aqueles hematomas que conhecemos bem, doi e muito. escaras sacrais e nos pés, e pelo estado já existiam antes do hospital.


Não sossegamos enquanto não tiramos a sonda, e depois de 3 dias ela estava fora e já comia comida pastosa, já não se assustava mais com toques e se deixava cuidar.


Com a fisioterapia adequada duas pernas foram esticando, e alguns movimentos já voltaram a acontecer.


Com muita paciencia, a comida já é servida normalmente e ela já mastiga.


Com muito amor e carinho, hoje ela sorri e nos chama de Meu Amor!


Seu filho, que antes reclamava dos gastos e achava que aquela batalha já estava vencida e já se rendia ao inimigo, veio em visita de rotina, e foi surpreendido, quando lhe foi pedido que a fosse ver em seu quarto, coisa que ele se negava por ver sua mãe deteriorando...


Ao entrar, ela já sentada, cruzou as pernas e estendeu os braços para um abraço de seu amado filho, que em lágrimas o retribui, e ainda pode ganhar um afago em seus cabelos como um longo e demorado beijo!


Isto tudo em um mes !!!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Filme de curta metragem

Há um curta metragem onde a atriz Laura Cardoso participa e mostra como um portador da Doença de Alzheimer se porta na primeira fase da doença.

Normalmente as pessoa acham que é só o esquecimento e falta de raciocínio, mas não é só isso, o DA é uma demência e os doentes se portam como tal.

Para assistir clique neste link http://www.portacurtas.com.br/pop_160.asp?cod=7648&Exib=3291

Mas se quiser baixar o arquivo para guardar clique aqui  http://www.4shared.com/video/_bz93Vb6/Curta_do_Dia__Clarita.html

Quem convive ou conviveu com esta doença não há como não se identificar.

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